Antes da mudança, Nicoll atuou por três anos na Romênia, uma temporada no Marrocos e outra no Flamengo. Segundo ela, a experiência como atleta e a convivência com os pais ajudaram na formação profissional.
“Foi como técnica que me encontrei. Ter pais ídolos do vôlei foi um privilégio que me deu conhecimento e oportunidades, e hoje eu passo isso adiante”, afirmou em publicação nas redes sociais.
A decisão de parar de jogar veio após uma série de frustrações. Em 2024, Nicoll ficou chateada porque o Flamengo não transferiu sua inscrição na federação a tempo de permitir sua participação nas competições pelo clube. O episódio contribuiu para o encerramento da carreira como atleta.
Com 1,82 metro de altura, ela começou a competir ainda na adolescência e, aos 15 anos, já participava de ligas internacionais. Agora, dedica-se à formação de novos talentos.
Em seu perfil no Instagram, Nicoll se apresenta como ex-atleta profissional e treinadora de vôlei. Ela também destaca a experiência internacional, dizendo ter morado em sete países por causa do esporte e falar cinco idiomas.
Mesmo longe das quadras como jogadora, a filha de Giba mantém a ligação com a modalidade que marcou a história da família. “Fazer esporte, seja hobby ou profissão, muda tudo”, declarou.

